Onicomicose: após a assepsia nos pés, é feita a limpeza da unha com brocas e fresas, o lixamento, aplica-se o azul de metileno e na sequência
a aplicação do laser.
Após análise da infecção, é feita a aplicação do laser para a analgesia
local e retirada da espícula causadora da infecção.
Aplicação do azul de metileno que é um fotossensibilizador para a realização do procedimento da remoção dessa lesão cutânea, popularmente conhecido como olho de peixe.
Abreviado do inglês Intravascular Laser Irradiation of Blood, para a tradução do livre português Irradiação de Luz Lazer sobre o Sangue, a terapia ILIB consiste na aplicação contínua e direto de seu laser na região da veia arterial através de uma
pulseira, percorrendo assim toda a corrente sanguínea. Sua eficácia tem sido comprovada através de estudos clínicos no tratamento de patologias crônicas e
agudas. Auxilia na otimização do sistema metabólico do corpo humano, combatendo os radicais livres de oxigênio, fortalecendo o sistema imunológico;
possui efeito vasodilatador resultando na maior facilidade de circulação sanguínea devido ao aumento da produção de prostacilinas, auxiliando na prevenção de
problemas vasculares; cicatrizante, antiplaquetário, analgésico, anti-inflamatórios, fungicida, bactericida. Algumas das vantagens é que é uma aplicação indolor, não invasiva e sem efeitos colaterais.
Existem duas causas básicas que provocam a onicocriptose: mecânica e má formação. A causa mecânica dá-se ao uso de qualquer tipo de calçado apertado ou de bico fino o que predispõe a formação dessa patologia na unha.
Quando se deixa na borda lateral da lâmina alguma porção aguda, ou seja, uma espícula, o crescimento ou compressão gera o problema. A ação de um “pisão”, tropeção ou a queda de algum objeto pesado, pode ser o gatilho desencadeante da onicopatia. Nos casos de má formação, um exemplo é o fato das bordas laterais da unha do hálux apresentarem alguma distrofia agredindo o tecido próximo, desencadeando a onicocriptose. As más formações dos dedos por seu apoio inadequado, tais como hálux valgus, hálux flexor ou extensor, bordas peringueais exuberantes ou aqueles casos do hálux mais cumprido (pé egípcio), são causas da onicopatia.
Sempre é a unha que agride o tecido, e obviamente sempre é o fator desencadeante. Mas, de outro ponto de vista, podemos dizer que o calçado inadequado predispõe a causa mal formativa, e o uso de um calçado mais estreito ainda, pode também ser desencadeante. Seguindo este raciocínio, podemos dizer que o calçado na maioria dos casos, é o fator que predispõe e desencadeia ao mesmo tempo.
Granuloma: popularmente conhecido como “carne esponjosa”, o granuloma piogênico é uma proliferação de vasos sanguíneos que forma uma lesão tumoral secundária a um traumatismo.
- Onicocriptose;
- Onicofose;
- Traumatismos por calçados;
- Traumatismos mecânicos acidentais;
- Corte incorreto das lâminas ungueais;
- Auxílio no tratamento de onicomicose.
1 – Metálica
2 – Fibra de Memória Molecular
3 – Acrílica
Fio ortodôntico com mola (no formato de omega) que tem a finalidade de corrigir a lâmina ungueal através de tração até atingir o formato ideal. Adesão com cola instantânea ou resina acrílica através de brackts.
Trata-se de uma fibra de vidro com resina epóxi. Esta fibra obedece a princípios da física, sua tração sobre a lâmina ungueal devolve-lhe o formato ideal.
Resina acrílica pó + líquido acrílico (acrílico auto polimerizante). É a técnica mais antiga e tem resultados excelentes. Também tem como objetivo aliviar as pressões laterais que os dedos vizinhos e os calçados exercem sobre as unhas.
• Calo Duro: forma-se nas áreas de maior atrito que são o calcâneo, a região metatarsiana e a ponta dos dedos
• Calo Mole: este calo tem consistência mole e cor esbranquiçada. É também conhecido como calo interdigital, por aparecer nos espaços entre os dedos, pode ocorrer até em todos os espaços, porém, é mais comum no 4º artelho, Sua dor acentua-se ao uso de sapatos de bico fino.
• Calo Miliar: localiza-se na região plantar como o calo duro, mas algumas de suas características são diferentes. Forma-se uma abóboda plantar, área menos submetida a atrito e pressão. Não se conhece a causa, mas seu aparecimento muitas vezes está associado a problemas de anidrose (diminuição ou inexistência de transpiração). Em geral forma-se diversos. A queratina que o forma é compactada e translúcida, mas não há espessamento da camada córnea. Por isso, o calo miliar dá a falsa impressão de ser apenas o núcleo de um calo duro.
• Calo Dorsal dos Artelhos ou Dedos: é produzido pela pele que fica sobre as articulações dos dedos, para protegê-la contra o atrito com os ossos causado pela pressão de calçados de fôrma e tamanho inadequados. Caracteriza-se por um pequeno coxim de tecido fibroso e adiposo, que se desenvolve sobre as articulações interfalageanas. Às vezes pode formar-se um espaçamento sobre o calo dorsal, no dedo mínimo é comum ocorrer um grande espaçamento, formando um calo duro sobre o calo dorsal e que pode também apresentar núcleo e higroma.
• Calo Millet: localiza-se no dorso do pé, sua espessura é bem fina e geralmente não provoca grandes problemas.
• Calo Subungueal: forma-se sob a unha quando esta pressiona constantemente o leito abaixo dela, o calo nasce para proteger a pele desse atrito intenso.
• Calo do Sulco Ungueal: localizado na prega peringueal, pode apresentar núcleo e higroma. Surge com maior frequência no hálux.
• Calo Vascular: calo de rara incidência. Possui pequenos vasos sanguíneos entremeados na massa de queratina (um ou dois vasos), quando lesados produzem sangramentos. Apresenta núcleos e muitas vezes higroma. Sua causa é desconhecida assim como a origem dos vasos. É possível que surja sobre uma cicatriz na planta em área de atrito. É preciso estar atento para não confundir com a verruga plantar.
• Calo Neurovascular: também de baixa incidência. Extremamente doloroso a ponto de modificar a maneira do portador deambular, procurando novos apoio para os pés e provocando novos calos.
• Calosidades: bastante frequente, são placas endurecidas e amareladas que se formam nos calcâneos e nas regiões metatarsianas. São relativamente extensas, medem de 1 a 5 cm. e provocam uma considerável diminuição da elasticidade no local da lesão. São provocadas pelo: uso de calçados de saltos muito altos, vícios de postura, problemas ortopédicos e obesidade. Podem estar associadas à fissuras (rachaduras) dolorosas e podem provocar infecções secundárias como, por exemplo, a erisipela (infecção bacteriana). Não têm núcleo nem higroma.